अंक लोड हो रहा है…
E MAIS: o possível fim dos investimentos isentos, o dinheiro mais caro no mundo e a rota da dívida pública brasileira
O Citigroup acaba de colocar mais lenha na fogueira do mercado cripto, elevando sua projeção para o Bitcoin a um nível que chama a atenção até dos mais céticos. O otimismo é impulsionado por um fluxo de capital institucional que voltou com força para os ETFs do ativo.
Este movimento sinaliza que a principal criptomoeda está, cada vez mais, deixando o campo da especulação para se consolidar como um ativo relevante em portfólios globais. Com os grandes players reforçando suas posições, qual o custo de oportunidade de continuar apenas assistindo do lado de fora?
No radar da CloFin de hoje:
- A aposta de US$ 113 mil do Citi para o Bitcoin
- O alerta da Kinea: desafio fiscal supera eleições
- Por que o dinheiro ficou mais caro no mundo
- A rota de alta da dívida pública brasileira
O Citigroup acaba de elevar sua projeção para o Bitcoin, apostando que a criptomoeda pode chegar a US$ 113 mil nos próximos 12 meses, um aumento de quase 38% sobre a meta anterior.
A nova projeção do Citi sinaliza que o Bitcoin se consolida como um ativo no portfólio institucional, não mais como uma aposta puramente especulativa. Para o investidor, o custo de oportunidade de ficar de fora parece aumentar à medida que os grandes players reforçam suas teses.
A nova carta da gestora Kinea joga um balde de água fria no debate eleitoral. Para a gestora, o mercado está mais preocupado com o plano fiscal do vencedor do que com o nome que ocupará o Planalto.
No fim das contas, a mensagem é que a volatilidade não acabará com a apuração dos votos. O verdadeiro teste para o mercado, e para o seu bolso, começará com o anúncio do novo plano econômico.
Os juros dos títulos do Tesouro americano, o ativo mais seguro do mundo, dispararam para o maior nível em 24 anos. O movimento encarece o custo do dinheiro globalmente e coloca pressão em todos os mercados.
No fim das contas, o regime de juros baixos que marcou a última década ficou para trás. Para o investidor, isso exige uma recalibragem de expectativas e maior atenção à diversificação.
A dívida pública brasileira atingiu 82,9% do PIB em agosto, consolidando uma trajetória de alta que pressiona a economia e preocupa investidores.
Na prática, uma dívida maior significa pressão por juros mais altos e um dólar mais volátil. Isso torna o ambiente de negócios mais incerto para todos, de investidores a empreendedores.
Banco apertou o cerco sobre criptoativos, exigindo comunicação automática ao Coaf para transferências acima de US$ 10 mil para carteiras de autocustódia.
EUA anunciaram um acordo com a China para reduzir tarifas sobre US$ 30 bilhões em mercadorias e iniciar um diálogo formal sobre inteligência artificial.
Itaú elevou a recomendação da Tupy (TUPY3) para compra, com novo preço-alvo de R$ 20, projetando uma virada operacional no segundo semestre.
Micron quadruplicou sua receita líquida anual para US$ 54,23 bilhões, impulsionada pela forte demanda por memórias para data centers e IA.
