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E MAIS: a dona da NYSE entra no jogo cripto, a decisão bilionária do STF e o dilema do Fed com a IA
Um fluxo potencial de R$ 270 bilhões está na mira da bolsa brasileira, alimentado pelo retorno de investidores estrangeiros e pela migração do capital local da renda fixa. Esse movimento recente reacendeu o debate sobre um novo ciclo de alta para os ativos de risco no país.
Esse volume de dinheiro tem força para provocar uma ampla reprecificação na B3. A grande questão que fica para o investidor é: será que os fundamentos da nossa economia são suficientes para sustentar essa onda de otimismo ou estamos apenas diante de um rali temporário?
No radar da CloFin de hoje:
- O potencial de R$ 270 bilhões que pode mudar a B3
- A dona da NYSE mergulha no mercado de criptoativos
- A decisão bilionária do STF que alivia o caixa das empresas
- Como a IA desafia a política de juros altos do Fed
Análises de mercado indicam um potencial fluxo de até R$ 270 bilhões para a bolsa brasileira. O dinheiro viria tanto de investidores estrangeiros quanto de locais, que vêm acompanhando a recente alta do Ibovespa.
Esse volume de capital tem força para sustentar uma reprecificação ampla dos ativos na B3. O cenário atual, com o Brasil sub-representado nos portfólios, cria uma assimetria favorável.
A dona da Bolsa de Nova York (ICE) e gigantes como o Standard Chartered estão apostando pesado na exchange de criptomoedas OKX. O movimento faz parte de uma rodada de investimentos que avaliou a plataforma em US$ 25 bilhões.
No fim das contas, a fronteira entre finanças tradicionais e cripto está se desfazendo, com capital institucional validando a tecnologia. Isso aponta para um futuro com mercados mais eficientes e acessíveis, operando além do horário comercial.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deu uma vitória bilionária aos contribuintes ao decidir que créditos de ICMS não entram na base de cálculo do PIS/Cofins.
Para as empresas, a notícia significa mais caixa e menor carga tributária, o que pode impulsionar investimentos. Do outro lado, o desafio fiscal do governo aumenta, exigindo maior disciplina nos gastos.
O Federal Reserve enfrenta um novo dilema. Enquanto os juros altos deveriam esfriar a economia, o setor de IA, liderado pela Nvidia, continua em forte aceleração, desafiando a política monetária.
Isso cria um cenário de “duas economias”: a de IA, que parece imune aos juros, e o resto. O Fed pode precisar apertar ainda mais outros setores para atingir sua meta de inflação.
Ibovespa disparou 7,70% e fechou pela primeira vez acima dos 200 mil pontos, atingindo o recorde de 206.911 pontos em reação ao resultado do primeiro turno das eleições.
Dólar desabou mais de 4%, fechando a R$ 5,001 na maior queda diária em anos, refletindo a percepção de menor risco fiscal do mercado após o resultado das urnas.
Bradesco confirmou a homologação do seu aumento de capital de R$ 10 bilhões, elevando o capital social do banco para R$ 103,77 bilhões após a conclusão da operação.
Petróleo recuou para US$ 101,10 (Brent) após o G7 anunciar a liberação de 100 milhões de barris de suas reservas de emergência para ampliar a oferta global.
